Hoje terminei o segundo caderno de desenho da minha vida, na verdade chamo de agenda visual.
O primeiro que durou de 97 a 2007 que eu chamo de “a base”, agora realmente dá pra se notar como o meu traço evoluiu, eu rasgava muitos desenhos desse primeiro caderno, me arrependo muito. Mas eu tinha 9/10 anos quando o comecei e terminei aos 19/20 anos, fase conturbada… até hoje não sei por que durou tanto. Ele é na verdade o livro de convidados do casamento dos meus pais, que acabou não sendo totalmente preenchido por ter ficado de lado na festa segundo a minha mãe, pra vocês terem uma idéia só três páginas de assinaturas… a festa deve ter sido de arromba mesmo, ou o caderno não era lá tão importante, eu pelo menos acho esse tipo de coisa meio desnecessária em casamentos, as fotos já se encarregam de 80%, não precisa de caderno; como se as pessoas estivessem entrando em uma exposição ou marcando presença em uma aula… os outros 20% deixemos com as lembranças felizes.
Por isso que o caderno se chama “a base”, o segundo “o térreo” comecei em 2007, e terminei agora, um pouco mais de três anos depois.
Fechei o livro com a seguinte frase “Os três primeiros anos de minha nova vida, mesmo me sentindo no térreo, da vida (vida nova), vida térrea (produtiva); quero levar terra comigo até o terraço“
Hoje puxei o carro e comecei “garagem”
Eu não nascí no Rio, sou de Duque de Caxias, mas me considero bem carioca, me apaixonei pela cidade na adolecência, quando de princípio fui de encontro ao centro e lembrei de flashs de infância quando meus pais me levavam para o zoológico, ao marcanã, a prai andar de bicicleta ou ao centro ver o movimento.
Escada da peça “NaRiZ!” – fizemos ontem em apenas 3 horas, ficamos que nem pinto no lixo.(Foto – Akemi, Juh e eu XD) Fotógrafo – Seu Menezes




No último domigo fez um ano que eu, Maurinho, Debs e Bruninha desbravamos as praias desertas e as gélidas e tranquilas cachoeiras de paraty. Foi a primeira vez que fiquei responsável por uam viagem, não só minha mas de um grupo de pessoas, me dediqeui bastante, e quando colocamos os pés lá foi pra não peansar em nada, asm coisas vieram a nós com uam facildade assustadora, a pousada era lindissima, e os donos eram hospitaleirisimos, ficamos na pousada da D´álva, sem propagandas aqui, mas o lugar as pessoas e o café da manhã de lá já era pra de te deixar mais tranquilo para as pequenas descobertas que fizemos por lá.

